sexta-feira, 27 de maio de 2011

que sejamos consultados

Assunto: [acessib-urb] Re: Testes em estações

Olá para todos, desculpem a demora, mas como estou organizando sozinho o tempo está meio curto.
Concordo com você Willian, que não podemos radicalizar, porém o que está sendo cobrado aqui é que sejamos consultados.
E pelo que sinto da maioria, se não a totalidade dos debatentes, isso não ocorre.
Pouco importa se a pessoa tem um dia ou  trinta anos de lutas, ela não pode fechar as informações consigo.
Exemplo:
Estive conversando com o Ricardo Canosa que depois explico em outro e-mail, ele me disse que a ABNT não tem como saber quem tem deficiência ou não, ela faz a convocação e espera que as entidades debatam com os seus frequentadores ou associados.
E isso eu disse a ele que até onde eu conheço, não ocorre.
Também concordo que não podemos descartar tudo o que foi feito, porém, se o nosso intuito é começar a participar efetivamente das decisões que são tomadas com relação aos deficientes visuais, o que já foi feito deve ser analisado e extraído o uqe tem de bom e melhorado o que tem de ruim.
E na sexta-feira passada eu e o Erici mostramos, in loco para a Beatriz erros que podem ser ajustados a partir de agora e o que foi feito que seja ajustado aos poucos conforme a necessidade.
Também concordo com o Toninho, o terrível em buscar o Ministério Público para nos auxiliar quando as leis e normas não são cumplridas ou não somos ouvidos.
Haja visto o exemplo do Cascaes que acionou o Ministério Público do Paraná solicitando uma posição com relação a discussão de normas que são nacionais e aparentemente ficam restritas aos profissionais localizados em São Paulo.
Outro ponto que o Rodrigo da ABNT me esclareceu e coloco em um e-mail a parte.
Com relação as colocações do Naziberto na montagem de grupos sou plenamente de acrdo e é isso que também a Beatriz está se empenhando.
precisamos fazer esses reconhecimentos, na minha opinião, antes mesmo de estarmos com os profissionais do Metrô, paraa que não ocorra o risco de sermos induzidos a irmos pelos caminhos já pré determinados e diferentes dos que a maioria esmagadora dos usuários utiliza.
Penso que no momento devemos focar na norma sobre o piso em geral, porque ela dará diretrizes para aplicação em qualquer espaço urbano.
Estamos falando muito no Metrô porque, bem ou mal, é o único que deu a cara a tapa e instalou piso táteis em suas estações, mas precisamos pensar nas ruas, parques prédios públicos, etc., porque esses estão uma calamidade, aliás nem uma calamidade pois não possuem os pisos.
Aí podem dizer:
Mas existen as paredes, muretas e quetais.
Então eu respondo:
As paredes e muretas são utilizadas porque não existem os isos colocados, porque se existissem poderíamos seguir por eles sem nos preocupar se o portão estaria aberto ou não ou se o dono da casa colocou a sua lixeira rente ao alinhamento.
Isso tornaria o caminhar mais agradável e descontraído.
E certamente diminuiria o risco de encontrão entre dois deficientes visuais que estivessem utilizando a mesma calçada porém indo em lados opostos, o que já ocorreu comigo algumas vezes.
Não se esqueçam da lei da física que diz:
Dois corpos diferentes não ocupam o mesmo local no espaço.
Um grande abraço.
PAZ E LUZ.
Renato Barbato
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